quero o último toque de magia
do agonizante duende
que me invade as noites tenebrosas
de uivantes lobos
desejava um último sabor a vagas harmonias musicais
uma linha correndo pelos pântanos de Baskervilles
o cão que sorri desdentado de raiva
o saltitar das anémonas afogadas
já agora um "o tempo hoje está magnífico"
m.f.s.
vergílio ferreira / a hora do fim
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249 – A hora do fim. Ouço mais perto o relógio que a vai dar. Intriga-me,
não me aflige muito. É o meu modo de subir um pouco acima do vulgar, de
mim,...
Há 23 horas





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