todas as mortes nos sobejam à beira da ruptura
todos os vivos se diluem nos paineis do tempo
o grande cenário do intemporal rompe-se
nas nossas caras
deixando rastos de animais viscosos
com brilhos de gelatina
faz-se a mistela do presente eterno com os universos
em debandada
e as rotas sob o navegar dos nossos bateis
tornam-se rochas inavegáveis
parceiras do desafinar de pianos dolorosamente
absortos
m.f.s
billy collins / o aprendiz
-
O meu livro e ensinamentos poéticos,
comprado numa banca ao ar livre junto ao rio,
apresenta muitas regras
sobre o que escrever e não escrever.
Mais...
Há 8 horas





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