Se eu como ele, o meu amor tão anterior assim ao próprio amor, o cajado e a pele por simbólica mão, e o perfume que em mim, então,
talvez eu te fizesse sentir sem que o soubesse, ao certo, a chamamento à noite, falar muito de noite e nela adormecer. Longuíssima e final. Mas nova sempre. Reencarnando os tempos e as datas.
De memórias tão curtas. E do fim mais final do esquecimento. Ter encontrado há pouco coisa dada há quantos anos? Trinta? «Não te esqueças de mim.».
de Às Vezes o Paraíso
Ana Luísa Amaral Anos 90 e agora Uma Antologia da Nova Poesia Portuguesa edições quasi |
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