Meu amigo que muito amei
Meu amigo que muito estimo
Um espesso muro do tempo nos separou
As memórias que regressam com o reencontro
A surpresa de descobrir que algo ficou
Que os anos não apagam tudo
A ternura que renasce
Quando o coração parece adormecido e cansado
A suave alegria de sentir que muitos oceanos
Não impedem que as nossas mãos se toquem
Meu amigo que muito amo
manuel antónio pina / saudade da prosa
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Poesia, saudade da prosa;
escrevia «tu», escrevia «rosa»;
mas nada me pertencia,
nem o mundo lá fora
nem a memória,
o que ignorava ou que sabia.
E s...
Há 1 dia





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