pois, samartaime, devo ter uma exposição em outubro lá na galeria e outra em qualquer ponto do país, ainda não determinado quanto à partida, espero que seja no fim do ano mas só acreditarei quando lá chegar...
Gostaria de ver. Se a indeterminada for no sul, talvez possa ver as duas.
Quanto ao restante, afligem-me as cidades muito ordeiras, meticulosas, limpas, arrumadas. É bonito de pensar; não estou tão segura quanto ao viver. Não conheço nenhuma cidade assim. Sempre associei essa ao admirável mundo do Huxley.
Relativamente à ostracização, sempre pensei nisso mas hoje duvido. Com a idade vão indo oa amigos e também vai indo a mobilidade. O bairro passa a ser um local determinante, os vizinhos são os amigos. Quem tem família mais nova, ainda poderá ter elo de ligação e ir acompanhamdo a mudança. Quem a não tem - qualquer que seja a razão - ou tem uma cabeça «fértil» ou ficará cada vez mais distante dos outros. Criámos uma vida que nos defraudou em vários aspectos: na instrução, no trabalho, na natureza e até no futuro. O progresso trouxe-nos maravilhas, é um facto. Mas nós não progredimos o suficiente. Não tenho filhos mas preocupo-me muito com a juventude e o que lhes deixamos.
Sobre exposições. A próxima como já disse deve ser em Outubro. A outra é coordenada pelo Ministério da Cultura e os locais dependem das autarquias. Percebi assim. Os jovens...pois. Até certo ponto, parece-me que estão a ficar conservadores...Oxalá me engane. Acho necessária uma certa rebeldia...Enfim, sem exageros...lol.
manuel antónio pina / aos filhos
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Já nada nos pertence,
nem a nossa miséria.
O que vos deixaremos
a vós roubaremos.
Toda a vida estivemos
sentados sobre a morte,
sobre a nos...
RDP INTERNACIONAL, DIZER POESIA
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O Programa *"Dizer Poesia", da RDP Internacional*, foi recentemente
dedicado à minha poesia. Agradeço à Isabel Branco por este inesperado
"acontecimento".
Cru, Revista Rasca e Vadia
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CRU* *N.º 34 à venda dia 25 de Maio*
52 páginas p/b em impressão ofset com tiragem de *300 exemplares*
Preço: *3 euros* (+ portes) 50 primeiros exemplar...
Cenas da vida quotidiana (9,5 milhões /dia)
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Perdida entre a abissal descida da TSU e a colossal subida do IVA , dou-me por falida. Rregresso ao forte do pessegueiro. E não à ilha. E mais com a letra do...
4 comentários:
Gostaria de ver. Se a indeterminada for no sul, talvez possa ver as duas.
Quanto ao restante, afligem-me as cidades muito ordeiras, meticulosas, limpas, arrumadas. É bonito de pensar; não estou tão segura quanto ao viver. Não conheço nenhuma cidade assim. Sempre associei essa ao admirável mundo do Huxley.
Relativamente à ostracização, sempre pensei nisso mas hoje duvido.
Com a idade vão indo oa amigos
e também vai indo a mobilidade. O bairro passa a ser um local determinante, os vizinhos são os amigos. Quem tem família mais nova, ainda poderá ter elo de ligação e ir acompanhamdo a mudança. Quem a não tem - qualquer que seja a razão - ou tem uma cabeça «fértil» ou ficará cada vez mais distante dos outros.
Criámos uma vida que nos defraudou em vários aspectos: na instrução, no trabalho, na natureza e até no futuro. O progresso trouxe-nos maravilhas, é um facto. Mas nós não progredimos o suficiente.
Não tenho filhos mas preocupo-me muito com a juventude e o que lhes deixamos.
PS - Gostei do abanico! rsrsrsrs
Sobre exposições. A próxima como já disse deve ser em Outubro. A outra é coordenada pelo Ministério da Cultura e os locais dependem das autarquias. Percebi assim.
Os jovens...pois. Até certo ponto, parece-me que estão a ficar conservadores...Oxalá me engane. Acho necessária uma certa rebeldia...Enfim, sem exageros...lol.
Rebeldia sem exageros... é crise da idade! lol
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