vêm muito devagar
não vêem o que olham
são transparentes
não cheiram
caem devagar
no colo dos ninhos
usam safiras nos olhos
diamantes saem-lhes
das unhas
quando caminham
de seus pés não
surge nenhuma música
não se imaginam
cores na sua luz
negra como
a matéria
inter-estelar
nenhum desenho
as configura
nenhum plano as
contem
não vivem em
nenhuma geometria
vêm muito devagar
e
voam
mfs
maria gabriela llansol / o começo de um livro é precioso
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A rapariga contava. Eu, que por acaso a ouvia, escrevi:
Conflito à noite, conflito de manhã, seu amor resiste.
Estranheza à noite, estranheza de man...
Há 17 horas
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