a água corre no meu sangue incolor como uma ribeira entre vegetações de frescura e pureza de leveza e celestial verdade de ares azuis e brancos como as asas das crianças
os homens encolhem os olhares dantes estendidos sobre os promontórios regem as orquestras dos ventos solares
as areias dos planetas ausentes dançam valsas danubianas sobre os meus cabelos
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
-
Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 13 horas
Sem comentários:
Enviar um comentário