os homens que despertam cotovias
navegam em águas verdes
cor de esmeralda brasileira
usam penas de dragão à cintura
como armas de corte e perfuração
protegem os pés com tiras de vidro sintético
os olhos com gelos fluorescentes
correm como chitas nas savanas
e os cabelos ditam-lhes a velocidade
enquanto os corações cantam sons de euforia
depois partem para os locais desconhecidos
do amor expectante
m.f.s.
gil t sousa / era o tempo
-
era o tempo
que a um do outro nos roubava
levando-te
e a mim
até à última solidão
aquela ainda não conhecida
por ti e por mim
ainda não sofrida
era ...
Há 15 horas
2 comentários:
Gosto do poema!
Obrigada :)
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