os homens que despertam cotovias
navegam em águas verdes
cor de esmeralda brasileira
usam penas de dragão à cintura
como armas de corte e perfuração
protegem os pés com tiras de vidro sintético
os olhos com gelos fluorescentes
correm como chitas nas savanas
e os cabelos ditam-lhes a velocidade
enquanto os corações cantam sons de euforia
depois partem para os locais desconhecidos
do amor expectante
m.f.s.
gastão cruz / o tempo anterior
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Chego de noite A casa é como um rio
arrasta corpos em surdina vozes
que só podemos escutar na
água, sonhos velozes
Chego de noite Sei que está present...
Há 2 horas
2 comentários:
Gosto do poema!
Obrigada :)
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