os dias permaneciam estampados nos vidros das janelas
em mutações atmosféricas com riscos de aviões super-sónicos
no écran do infinito azul
mfs
sebastião belfort cerqueira / vento
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Já ninguém ouve o vento
Mas se ouvisse
O que é que nos salvava
Se um só vento forte
Se o mesmo vento norte
Varresse o vale de vida
E nos mentisse?
...
Há 11 horas
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