o meu mensageiro comeu rapidamente a mensagem
sem importância
e em breve sofreu um avc fulminante
os improváveis destinos pré-concebidos desfeitos
em sedes cadavéricas
os traços dos caminhos desencaminhados
para outros sistemas planetários
os pés imaginados dos jovens centauros
esforçados em botas de translúcidos sintomas
sem importância
o louco mensageiro ressusscitou da sua saliva
entornada no coração fragilizado
com unhas riscadas de medonhos negros e luzes de
opacas sinfonias
maldizendo as mensagens assassinas
os emissores mal intencionados
com tesouros desviados dos museus imaginários
e queimados nas fogueiras de modernas inquisições
o mensageiro deixou cair os dentes
depois de raivosamente morder o receptor
mfs
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
-
Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 15 horas
Sem comentários:
Enviar um comentário