Vou correr sobre o meu caminho de brasas
Agarrarei as asas dos corvos do meu céu
Deslizarei pelas encostas relvadas dos meus sonhos
Encontrar-me-ei no sopé das fragas marítimas
As cores crepusculares enrolar-se-ão nas penugens flutuantes
Verei em 3D o gargalhar das gárgulas
As cortinas de nuvens amarelas vencerão os meus olhos
Nos meus pés o sangue desenhará papoilas
Deixarei as paisagens circundantes
Pelas superfícies marcianas a preto e branco
mfs
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
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Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 15 horas
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