Meu amigo que muito amei
Meu amigo que muito estimo
Um espesso muro do tempo nos separou
As memórias que regressam com o reencontro
A surpresa de descobrir que algo ficou
Que os anos não apagam tudo
A ternura que renasce
Quando o coração parece adormecido e cansado
A suave alegria de sentir que muitos oceanos
Não impedem que as nossas mãos se toquem
Meu amigo que muito amo
antónio franco alexandre / duende
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7.
Choro por ti, interminavelmente.
Sem poesia alguma, será que assim fico
mais feminino, diz? Na aula de boxe
hei-de esmagar um crânio, e levantá-lo
n...
Há 14 horas
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