os sons espreitam as vacuidades
infiltram-se nos desenhos
infantis
que penduras à tua janela
as geometrias dos sorrisos
geram arcos partidos
inscrevem sinuosidades
nas palmas das
mãos
destinos sugeridos
sem alcançar nirvanas
desenhos
de sonoras infiltrações
à tua janela
m.f.s.
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
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Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 10 horas
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