os sons espreitam as vacuidades
infiltram-se nos desenhos
infantis
que penduras à tua janela
as geometrias dos sorrisos
geram arcos partidos
inscrevem sinuosidades
nas palmas das
mãos
destinos sugeridos
sem alcançar nirvanas
desenhos
de sonoras infiltrações
à tua janela
m.f.s.
antónio franco alexandre / duende
-
7.
Choro por ti, interminavelmente.
Sem poesia alguma, será que assim fico
mais feminino, diz? Na aula de boxe
hei-de esmagar um crânio, e levantá-lo
n...
Há 14 horas
Sem comentários:
Enviar um comentário