os sons espreitam as vacuidades
infiltram-se nos desenhos
infantis
que penduras à tua janela
as geometrias dos sorrisos
geram arcos partidos
inscrevem sinuosidades
nas palmas das
mãos
destinos sugeridos
sem alcançar nirvanas
desenhos
de sonoras infiltrações
à tua janela
m.f.s.
amalia bautista / até quando?
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Até quando no túnel sem saída,
no bosque feito de espinhos, no poço?
Até quando instalada na esperança
dos que nada esperam?
Até quando perdida em labir...
Há 5 horas
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