não há som na tua voz cega
pelo esquecimento
vogando entre nuvens rosadas
só o suposto roçagar das farpas
nos ouvidos atentos
ao despertar das músicas
só o rouco imaginado possível e
inaudível resplendor
da tua imagem
meu incontrolável filho do
nevoeiro das
planuras
meu desenho incompleto
esboço de esboço
grafitado
em paredes de fumo
m.f.s.
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
-
Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 11 horas
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