que me sussurras
tu
ao ouvido
ténue sombra
deixa a minh´alma
derramar-se
sobre as neves do
kilimanjaro
enquanto cavalgas
as crinas das
dunas da
namíbia
m.f.s.
amalia bautista / até quando?
-
Até quando no túnel sem saída,
no bosque feito de espinhos, no poço?
Até quando instalada na esperança
dos que nada esperam?
Até quando perdida em labir...
Há 7 horas
2 comentários:
A sua poesia é de uma beleza imensa.
Intensa.
Já há algum tempo que a leio.
E gosto.
Boa estadia em terras distantes...
Isabel
Obrigada Isabel.
Ca estamos em Bangkok, extremamente poluida. Amanha la vamos ver os budas...
Muito obrigada pela sua simpatia.
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