Chegamos às vinte horas, mais ou menos, de Malaca.
Ontem fomos ver os descendentes dos portugueses. Gente humilde, muito acolhedora a parecendo alegre, embora o ambiente em que vivem tenha um ar pobre, descuidado, sem muita higiene.
Um deles, o Pedro da Silva, falava razoavelemente o português. Tinha sido pescador.
Em Lisboa colocarei algumas fotos aqui.
Estivemos também no que resta do forte A Formosa e da igreja de S. Paulo.
Fazia um calor...Já não preciso de ir à praia, estou suficientemente "morena", devido ao sol que apanhei.
A zona do hotel onde ficámos é a mais antiga da cidade, sem edifícios novos, ou quase, pois o governo quer manter a traça tradicional. Há pormenores muito interessantes, que mostrarei.
Um dos problemas é andar nas ruas estreitas da parte antiga. Verão o porquê quando virem as fotos.
Até Lisboa.
antónio franco alexandre / duende
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7.
Choro por ti, interminavelmente.
Sem poesia alguma, será que assim fico
mais feminino, diz? Na aula de boxe
hei-de esmagar um crânio, e levantá-lo
n...
Há 14 horas
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