as panteras
corpos tensos
para o salto
assassino
iluminam os olhos
com as cores das galáxias
nas
fronteiras do universo
disparam as garras
que se ensanguentam
nas
veias dos inocentes
predestinados
alisam a pelagem
fosforescente
nas
noites
de lua escondida
as panteras
adoçam o rosnar
saciado
retiram-se nostálgicas
esperam outra noite
outros fulgores
outros odores
m.f.s.
golgona anghel / não gosto de contar
-
Não gosto de contar os desastres em detalhe
mas, se quiserem, posso escrever uma lista com nomes e camas.
Sou bem capaz de molhar o pezinho na história ...
Há 12 horas
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