Que aborrecimento, só me saem banalidades...
tenho uma cicatriz na minha máscara
uma ferida no meu fato de arlequim
uma pena espetada na cintura
cada carnaval que baila
a cicatriz afunda-se na pele
a ferida rasga mais o vestuário
a pena desenha grafitos
entro na gôndola atracada
à minha porta
na imaginária veneza
do meu destino
navego
maria gabriela llansol / o começo de um livro é precioso
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A rapariga contava. Eu, que por acaso a ouvia, escrevi:
Conflito à noite, conflito de manhã, seu amor resiste.
Estranheza à noite, estranheza de man...
Há 17 horas
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