Deambulas pela noite
como cão ao abandono
enquanto num alto andar
um homem cercado
quer dormir e ficar acordado
Nem só os cães esgravatam
homens procuram batatas
Vestida de noite a morte passeia
entre automóveis vazios
as órbitas espreitam nas janelas apagadas
e vem com passos de ladrão
ou sátiro
António Borges Coelho
Nocturno
Ao Rés da Terra
Caminho
Da Poesia
2002
maria gabriela llansol / o começo de um livro é precioso
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247
A rapariga contava. Eu, que por acaso a ouvia, escrevi:
Conflito à noite, conflito de manhã, seu amor resiste.
Estranheza à noite, estranheza de man...
Há 17 horas
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