gostava de inventar palavras para outros pronunciarem
gulosamente
de olhos fechados
quando o sol fechava as portas
enfronhava-se nas trevas da casa como a toupeira
em terrosos túneis
ao lavar o rosto olhava-se no espelho
mimava cenas semelhantes de filmes
concedia à sua perfomance
o oscar espelhado
o globo de ouro velho
o cristal dos artistas inocentes
tudo lamentações
e oníricas visões de narciso gotejante
mfs
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
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Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 17 horas
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