há uma cor mansa à minha porta
neste entardecer de fim de era
silhuetas de asas longas
v a g a r o s a s
silenciosas
varrem o vento para os
horizontes em fogo
pégaso espreita entre as
nuvens escassas
sobre estes campos
restos de
sons abandonados no
regaço
das plantas ressequidas
sobre si deitadas
farrapos de luzes ondeiam
presos aos ramos implorantes
das árvores sem folhas
m.f.s.
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
-
Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 15 horas
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