Tinham nos cabelos a habitual alegria
Esvoaçante
As meninas das escolas urbanas
Os predadores sufocavam nas sessões
De espreita camuflada
Às meninas das alegrias
penteadas
Corriam e riam como fadas
Que saltam de folha em folha
De nuvem em nuvem
Olhos voltados para o brilho
Da vida a crescer
Cegos para a negrura das almas
Predadoras
As meninas de cabelos habitados
Pela alegria da vida a crescer
Jamais entenderiam o sussurro
Pontiagudo
Dos camuflados assassinos
Ao deixar a luz das cores infantis
As meninas ainda estariam a correr
Cabelos gritando a
Alegria da idade dos sorrisos
mfs
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antónio franco alexandre / duende
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7.
Choro por ti, interminavelmente.
Sem poesia alguma, será que assim fico
mais feminino, diz? Na aula de boxe
hei-de esmagar um crânio, e levantá-lo
n...
Há 14 horas
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