O formidável tornado que me arrasta
Desfoca o calor da paisagem veneranda
Planta novas sementes nas areias inférteis
Revoluciona os beirais das andorinhas arquitectas
Vira os nenúfares do avesso com os seus sapos ambulantes
Desfolha as asas inquietas dos corvos agoirentos
E quando finalmente se desfaz deixa um sabor a fel
Um arranhado no ventre das mandrágoras
Linhas descosidas nas bainhas das donzelas
mfs
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
-
Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 15 horas
Sem comentários:
Enviar um comentário