lento amor impresso num mata-borrão antiquado
a tua mancha cresce em direcção à porta do purgatório
sobe pela cadeira esquelética que barra a saída das borboletas
poisadas em malmequeres juvenis
e lento ainda o amor-mancha desvanece-se
nas palmas das mãos
nas solas dos pés eremitas
nas costelas esculpidas dos atletas
mortos à chegada
mfs
douglas coupland / a vida depois de deus
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Quando somos novos, estamos sempre a contar que o mundo vá acabar. Depois
vamos ficando mais velhos e o mundo continua a bulir e vemo-nos obrigados...
Há 1 dia
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