lento amor impresso num mata-borrão antiquado
a tua mancha cresce em direcção à porta do purgatório
sobe pela cadeira esquelética que barra a saída das borboletas
poisadas em malmequeres juvenis
e lento ainda o amor-mancha desvanece-se
nas palmas das mãos
nas solas dos pés eremitas
nas costelas esculpidas dos atletas
mortos à chegada
mfs
e e cummings / xix poemas
-
[xv]
quando as serpentes regatearem o direito a colear
e o sol fizer greve para ganhar o salário mínimo –
quando os espinhos olharem as suas rosas ala...
Há 9 horas
Sem comentários:
Enviar um comentário