lento amor impresso num mata-borrão antiquado
a tua mancha cresce em direcção à porta do purgatório
sobe pela cadeira esquelética que barra a saída das borboletas
poisadas em malmequeres juvenis
e lento ainda o amor-mancha desvanece-se
nas palmas das mãos
nas solas dos pés eremitas
nas costelas esculpidas dos atletas
mortos à chegada
mfs
primo levi / agosto
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Quem fica na cidade em Agosto?
Só os pobres e os loucos,
As velhas esquecidas,
Os reformados com os seus canitos,
Os ladrões, alguns cavalheiros e os ga...
Há 3 horas
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