lento amor impresso num mata-borrão antiquado
a tua mancha cresce em direcção à porta do purgatório
sobe pela cadeira esquelética que barra a saída das borboletas
poisadas em malmequeres juvenis
e lento ainda o amor-mancha desvanece-se
nas palmas das mãos
nas solas dos pés eremitas
nas costelas esculpidas dos atletas
mortos à chegada
mfs
joão pedro grabato dias / a arca
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CCXCVII
Se o teu chefe não for o mais humilde
no falar e na acção e no aceitar
da alheia fala e do agir alheio,
retira-lhe a chefia. Se ele não
souber p...
Há 15 horas
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