as mulheres transviadas olham atentamente
as unhas quebradas
suspiram intimamente por elegâncias brejeiras
espreitam as janelas da rua da frente
olham ansiosas o telemóvel sobre a cama
qualquer campainha nas portas vizinhas
as sobressaltam
passeiam impacientes sobre os tapetes puidos
falam sozinhas utilizando impropérios
agarram no casaco e saem para a selva
m.f.s.
álvaro de campos / quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
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Quando nos iremos, ah quando iremos de aqui?
Quando, do meio destes amigos que não conheço,
Do meio destas maneiras de compreender que não compreendo,
D...
Há 15 horas
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