sábado, fevereiro 13, 2010

exposição

maná - scanner
apocalipse - fotografia, picasa e photoshop
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exposição

ritmos - fotografia
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exposição

made in china - pintura
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início - fotografia
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meteoro - fotografia
retrato - fotografia
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cenários - fotografia
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Bairro Alto - fotografia
Rua do Loreto - fotografia
Ritmos - fotografia

retrato - fotografia
coração verde - pintura
a venda - gravura

folhas, à esquerda-fotografia
retrato, à direita - fotografia
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sexta-feira, fevereiro 12, 2010

Francisco Franco


Na Ponta do Pargo
Imagens de trabalhos de Francisco Franco, natural desta freguesia.
Gilberto Garrido, Manuela Cristóvão e Isabel Bastos.

grrr

estou mais que farta de políticos, jornalistas e poderosos
seria boa ideia se fossem varrer as ruas, todos, tomar banho e vender batatas.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

hum

nunca desejei ter os meus 15 minutos de televisão
e não sou exactamente eu...com aquele penteado
e aquela roupa
e a minha voz
algumas palavras têm o sotaque da minha irmã mais nova que mora longe de mim
mas a minha idade é mesmo aquela
e o que digo...hum
nunca soube exprimir-me oralmente
ora
e depois?
tudo isto desaparecerá
o que interessa é o momento

http://www.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=25719&idpod=35244&formato=wmv&pag=recentes&escolha=

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

domingo, fevereiro 07, 2010

Vasco Pulido Valente, O caso Crespo e a liberdade

Fernanda Câncio, A liberdade e os seus falsos amigos, hoje no Diário de Notícias. Excertos, sublinhados meus:


«Não sei quando é que se cunhou a ideia de que se “se vivem tempos maus para a liberdade de expressão”. Não me lembro por exemplo de ter ouvido tal coisa quando o jornalista João Carreira Bom foi dispensado do Expresso por ter escrito uma crónica a chamar rei do telelixo a Balsemão — crónica que o então director do Expresso (agora no Sol) disse só ter sido publicada por não a ter lido antes. Ou quando Joaquim Vieira saiu do mesmo jornal por, segundo ele, divergências com o director em relação à redacção de uma notícia sobre Joe Berardo, anunciado accionista da SIC. Ou quando em 2008 Dóris Graça Dias denunciou a não publicação de um seu texto sobre um romance de Miguel Sousa Tavares, cronista do jornal.

Os três casos, mais aquele que ocorreu no DN quando em Agosto de 2004 a direcção de Fernando Lima decidiu não publicar uma crónica minha por ser “política”, podem ser qualificados como clássicos atentados à liberdade de expressão. Foram até denunciados como “censura”. No entanto, não só não foram pretexto para caracterização de “um clima” como parecem, inexplicavelmente, ter-se varrido da memória dos que, caso do director actual do Expresso, declaram nunca ter visto ou feito algo de parecido.

Quando Henrique Monteiro, que recusou a publicação de uma crítica literária alegando “não se tratar de uma crítica mas de um ataque ao autor”, afirma que nunca viu nada de parecido com um director de jornal exprimir dúvidas a um cronista sobre o conteúdo de uma crónica quanto aos factos que imputa a outrem sem ser deles testemunha directa e considera isso “censura” estamos perante aquilo a que se chama double standard. Traduzindo: o que eu faço está sempre acima de suspeita, o que tu fazes é sempre suspeito.

[...] Os tempos estão maus, sim, mas não tanto que se possa usar o nome da liberdade para acabar com ela.»

Etiquetas: Citações, Crespogate

posted by Eduardo Pitta at 11:35 AM url
CITAÇÃO, 242

Vasco Pulido Valente, O caso Crespo e a liberdade, hoje no Público. Na íntegra, sublinhados meus:


«O primeiro-ministro resolveu almoçar com o ministro da Presidência e Jorge Lacão no restaurante do Hotel Tivoli, que é notoriamente frequentado por personagens da política, do jornalismo e dos negócios. Foi um almoço de amigos ou, pelo menos, de colegas de trabalho. Sem qualquer dúvida um acto privado. A certa altura, o director da SIC e Bárbara Guimarães pararam uns minutos na mesa dele e o primeiro-ministro, provavelmente inspirado pela companhia, resolveu dar a sua opinião sobre Mário Crespo, com quem anda com certeza furioso por causa do programa Plano Inclinado. Para Sócrates, como seria de esperar, Mário Crespo é um “problema a resolver”, e devia (com Medina Carreira) estar higienicamente metido num manicómio. As pessoas sempre falaram assim na intimidade. Dizer mal do próximo é um prazer velho como o homem.

Mas Sócrates falou alto de mais. Tão alto que um coscuvilheiro qualquer conseguiu ouvir e começou a divulgar a conversa, ninguém sabe, ou pode saber, com que exactidão e respeito pela verdade. O que não impediu Mário Crespo de se erigir tragicamente em vítima e de contar o episódio numa “coluna” do Jornal de Notícias, que o director do dito jornal (que não é em bom rigor um tablóide inglês) se recusou a publicar. Isto provocou um enorme escândalo na imprensa e na televisão, que tomaram indignadamente o partido de Crespo e trataram Sócrates como se não houvesse a menor diferença entre o restaurante do Tivoli e a Assembleia da República. Não se percebe porquê. Parece que o primeiro-ministro não tem direito à privacidade ou que de repente a coscuvilhice se tornou numa fonte fidedigna e usável.

Se de facto assim é, daqui em diante nenhuma personagem com alguma notoriedade pública fica ao abrigo dos piores vexames. Nada agora, eticamente, impede que a imprensa e a televisão recrutem bandos de espiões com o propósito de recolher ou “extrair” todo o lixo disponível sobre criaturas de quem não gostam ou que, em geral, atraem audiências: políticos, músicos, jogadores (ou treinadores) de futebol e até, calculem, jornalistas. Claro que o exemplo vem de cima: vários deputados do PS já querem revelar na Net os rendimentos de cada um de nós. Tarde ou cedo, mais cedo do que tarde, vamos viver numa sociedade ao pé da qual a Ditadura passaria por um regime tolerante e digno. O “caso Mário Crespo” contribuiu consciente ou inconscientemente para apressar as coisas. Portugal nunca, no fundo, se habituou à liberdade.»

Da Literatura

terça-feira, fevereiro 02, 2010

amanhã

ouvi na tv que o tempo na ilha está muito mau
será que vão alterar os voos?
bem, é que amanhã é a partida e depois de amanhã é a inauguração de exposição
...
tenho um enroladinho no estômago

sexta-feira, janeiro 29, 2010

terça-feira, janeiro 26, 2010

passwords

estamos rodeados por passwords, ameaçados, condicionados
onde quer que queiramos entrar lá vem a obrigação do registo com a respectiva password, sujeita a determinadas regras
hão-de inventar um computador que leia a retina e que isso sirva para abrir todas as portas dos céus, infernos, limbos e as demais suspensões em que possamos vegetar
além das passwords ainda temos nalguns casos que seguir outros trajectos para os quais precisamos de cartões cheios de algarismos
uma amiga dizia ontem: "este é um país de cartões"
aqui no bairro parece que para entrar de viatura, só de cartão, desde 18 deste mês.

isto nem é um condomínio fechado, é um ghetto
coloquem lá as câmaras mas deixem entrar as viaturas à vontade

domingo, janeiro 24, 2010

quinta-feira, janeiro 21, 2010

reviravolta

darei mais uma reviravolta?
parece que ainda (ou já) posso fazer da minha vida o que quiser

amanhã continuo a pôr os triângulos nos quadros

hoje já tive muitas emoções e provas de amizade

vou estirar-me no sofá e olhar no vago

luz

às vezes faz bem dançar com a luz